A água ferve e cai sem dó, escalda o corpo tanto quanto a alma se sente insana. Não há sabão com que esfregar os pensamentos e a água escorre límpida, sem lavar, só a queimar.
À sombra do chaparro, sento-me e reflicto. O Sol aquece a tarde e o corpo entorpecido contorna o tronco seco e a terra adormecida.
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