Chaparro, amigo, peço a estabilidade do teu tronco. Procuro-te e encosto o meu tronco ao teu, sinto a força inquestionável da tua rugosidade a amparar a minha frágil espinha dorsal, de cima a baixo. A criar um alicerce qualquer, uma protecção invisível e indizível. Sensorial. Assim me liberto das dores com que me arrastei até ti e desato a saltitar em pardalito alegre e leve.
À sombra do chaparro, sento-me e reflicto. O Sol aquece a tarde e o corpo entorpecido contorna o tronco seco e a terra adormecida.