Chaparro, amigo, peço a estabilidade do teu tronco. Procuro-te e encosto o meu tronco ao teu, sinto a força inquestionável da tua rugosidade a amparar a minha frágil espinha dorsal, de cima a baixo. A criar um alicerce qualquer, uma protecção invisível e indizível. Sensorial.
Assim me liberto das dores com que me arrastei até ti e desato a saltitar em pardalito alegre e leve.
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