A vida impõe-se. Segue como um rio de águas turbulentas, descontroladas no seu leito predeterminado. Às vezes transborda. Às vezes mingua. Até ser só lama e pedra perdida. Seguindo sempre o rumo escavado, sem o conhecer, deixa-se ir. Respirando em certos momentos de consciência, como um fôlego de libertação da imposição.
À sombra do chaparro, sento-me e reflicto. O Sol aquece a tarde e o corpo entorpecido contorna o tronco seco e a terra adormecida.
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