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Escócia, uma série (8)

7 de Agosto de 2023

Banho no cubículo.
Pequeno-almoço da nhanha e a Mãe sempre a reclamar com o hotel.
Tudo normal, portanto.

Encontrámos uns tugas no refeitório do pequeno-almoço. Foi por acaso. A Mãe tentou roubar-lhes a mesa e assim fizémos amizade.

(Discordo, não houve amizade.)

Ficámos a saber que no fim-de-semana a confusão ainda tinha sido maior. Havia tabuleiros e loiça suja por cima das mesas e falta de lugares. Nem consigo falar na qualidade da comida.

(porque não havia)

Hoje é dia feriado em Glasgow e passa o tour mundial de ciclismo pelo que muitas das ruas do centro estão fechadas, as lojas também e não há o BUS que nós queríamos usar.

(City Sightseeing Glasgow)

Claro que não seguimos o plano que elaborámos na noite anterior. A Mãe acordou cheia de genica para conduzir na cidade e pudémos ver as coisas que queríamos e que ficavam nas extremidades opostas: Riverside Museum a oeste e Glasgow Cathedral a este.
Graças aos excelentes co-piloto e condutora, chegámos vivos e inteiros ao museu e a boas horas (10:00).
Este museu é muito diferente do que vimos até agora na Escócia. Trata principalmente de transportes.

(O ponto alto do museu trata-se de uma imitação de uma rua antiga de Glasgow. Permite-nos entrar nas lojas de rua de modo a que nos sintamos imersos no ambiente. O resto foi razoável.)

O resto corresponde a comboios, motas, carros, bicicletas e barcos na sua evolução ao longo dos tempos. 
Oldest bike?

O Filho tirou uma pic de bradar aos céus, um verdadeiro profissional (ver foto) do exterior do museu.
Riverside Museum

(Vimos também o Tall Ship, nada demais.)

Seguimos para a outra ponta da cidade onde andámos às voltas até encontrarmos um lugarzito modesto (30£) para estacionar durante o resto do dia.
Conseguimos fotografar ciclistas da prova em plena acção.

Almoçámos numa pizzaria que nos deixou a arrotar até às cinco da tarde. Não que a comida fosse espectacular, era apenas indigesta.

(Boa atmosfera, malta simpática, cranberry juice top, sobremesa sublime e, acima de tudo, uma lasanha meh.)

A hospital

Street art


Lá seguimos rua fora e Glasgow Cathedral com eles. O audio-guia em PT de PT!! Espectáculo! E com musiquinha sacra de malta cá da terra, para nos instruir. Foi muito interessante.
Glasgow Cathedral

Passámos pelo Museu de São Musgo (religioso) onde vimos coisas religiosas.
Seguimos para um local animadíssimo.

(Festivo e alegre como eu descreveria. 
A Necrópole.
A Mãe queixou-se, depois queixou-se mais um pouco até à exaustão do Filho, pelo que foi uma visita rápida.)

Ráaaaapida??????

Necropole
Deixámos os mortos e seguimos para o centro da cidade.

(Local mais morto ainda que o anterior.)

Deprimimos.

Só voltámos a sorrir quando passámos sem querer e reparámos por acaso no Calhau Duro Café. Bom. Parvoíces à parte, no Hard Rock Café só há hamburgueres, por isso, lá enfiámos um e uma t-shirt.
Glasgow Hard Rock Café

Decididamente, somos pessoas de Edimburgo e não de Glasgow.

(Os níveis de fatalidade de Glasgow são elevadíssimos. Como é que é possível uma cidade tão grande ser tão fatela?!)

Concordo.
Tem um ar sujo e desmazelado, a Mãe a borrar-se de medo pelas ruas e o Filho a contar pokemones raros.

(Gente estranhíssima.)

Pela primeira vez, ambiente antipático na Escócia. Estranhámos porque já nos tínhamos habituado a uma extra- gentileza por todos os outros locais onde estivémos.
Não gostámos deste sítio.

Vamos compensar vendo um filmezinho no telemóvel para ficarmos mais bem dispostos.
Amanhã regressamos bem cedo a casa.

(Um final algo amargo mas que não retira a qualidade do resto da viagem.)

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