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Escócia, uma série (2)

1 de Agosto de 2023

EDIMBURGO

Carro. O lado errado do volante. O lado errado da estrada. A luta pela sobrevivência.
Desviámo-nos de um autocarro parado para largada e tomada de passageiros a tempo do Filho não se esborrachar (aquela fracção de segundo fundamental).

(Ia levando com ele na tromba)

PERIGO!!!!
Ultrapassar o trauma (está difícil para a Mãe que ia esborrachando o Filho).
Check-in no hotel Dalry Guesthouse. Velho mas agradável, atendimento simpático. Ofereceram-nos parqueamento grátis num local difícil de o conseguir. A Mãe esmerou-se a estacionar e não bateu com o carro. Cérebro em adaptação ao lado direito do volante e esquerdo da estrada.
Comendo sandes pela rua, fomos até à Scottish National Gallery of Modern Art One and Two.

(Muito fraquinho)

Scottish National Gallery of Modern Art
Estava cheia de modernices (nota importante: enquanto escrevo, já bebi um copinho de vinho tinto italiano da Sicília). O Filho provou o vinho (emborcou um copo inteiro).

(Muito fraquinho)

Não gostou mas limpou o copo e nem deixou a Mãe beber-lhe os restos.
Saltámos um passo importante na narrativa (efeito do vinho, claramente).
Atravessámos Edimburgo a pé mas conseguimos chegar à Royal Mile onde descansámos

(e observámos bonitos vitrais na Saint Giles' Cathedral.)

Vitrais em Saint Giles' Cathedral
Os pés agradeceram.
Muito bonita, estava-se bem mas fomos expulsos pelo chá das cinco.
Jantámos no Lucken Booths uma Cullen Skink (sopa)

(Muito boazinha)

Cullen Skink
e o copo do tinto já muito mencionado.
Enquanto escrevemos, planeamos o resto da visita e fazemos espaço nas barriguitas para o tradicional Fish & Chips (pedido explícito do Filho).
Decidimos que a próxima viagem será ao Japão (se a Mãe conseguir os trocos necessários).
Baaaahh!! para os Fish & Chips.

(Muito fraquinho)

Mas super, super friendly atendimento.
(O nível de secura aumentou)
À nossa!

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