Abençoo-te criaturinha que, inconscientemente, me arrancas da vida dos sonhos. Quem quer tanta vida, a real e a sonhada? Que canseira de trabalhos, viver milhares de vidas numa só, não sei se o coração aguenta.
À sombra do chaparro, sento-me e reflicto. O Sol aquece a tarde e o corpo entorpecido contorna o tronco seco e a terra adormecida.
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