O barulho de fundo distrai-nos da essência. O tempo perde-se nesse ruído, consome-se sem retorno e sem obra. A audiência condiciona a pena molhada em tinta sugestionada. Tolhe a liberdade pela dependência e ansiedade da matemática. Quem me leu. Ou não leu. Ou leu. Ou não leu. Baixar o volume. Focar. Atender à carência solta nesses números doentios. E à necessidade absoluta de solidão. Sintra é linda. Respiro a minha vida. Sem explicação.
À sombra do chaparro, sento-me e reflicto. O Sol aquece a tarde e o corpo entorpecido contorna o tronco seco e a terra adormecida.
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