O Sol passa pelos buracos do tapete mas eu não desisto. Estico-o como se fosse possível ficar novo e uso-o com toda a sua história que é a minha, pois então. A Mestre inicia a aula e o yoga sobrepõe-se. Entro numa espiral de alheamento exterior e leveza sobre a vida, que é a minha, pois então. Num abraço ao velho amigo tapete.
À sombra do chaparro, sento-me e reflicto. O Sol aquece a tarde e o corpo entorpecido contorna o tronco seco e a terra adormecida.
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